segunda-feira, 16 de março de 2009

Silêncio


Há momentos em que a vida nos pede SILÊNCIO!
O silêncio interior é o meu santuário e o meu refúgio quando me sinto um pouco mais em baixo.
Um hábito, um modo de vida, uma forma que encontrei de me restaurar e da vida me equilibrar.
Não acho que é o único caminho, reconheço como sendo o caminho que encontrei e que talvez sempre tenha sido o mais fácil para mim.
Desde que descobri o poder que a meditação oferece, tenho-me rendido a esse silêncio interior, assim como a meditações guiadas e relaxantes.

Todos, sem excepção, temos dentro de nós o Poder e o Amor para VIVER em alegria, harmonia e amor.
O nosso estado natural, um estado de presença absoluta, no Agora, abre um espaço dentro de nós, um Silêncio Divino, que alberga algo Maior, Poderoso e Sagrado.
É inexplicável e apenas se sente.
Tenho feito os possíveis para me manter no Presente e observar os caminhos que a minha mente percorre a fugir da bênção do momento.
Concordo quando dizem que o nosso ego nos tenta manter longe desse espaço, dessa abertura.
Mas também sinto que a nossa Presença Observadora é capaz de tornear qualquer resistência e dissolver qualquer emoção que nos impeça de VER!

2 comentários:

XoseAntón disse...

Me gustó mucho esta reflexión, es un verdadero placer oirla de una persona joven como tú. Creo que tienes razón, si acaso un ligero matiz, que añado a continuación.

Nuestro interior es el hogar más íntimo con el que contamos. Si lo hemos amueblado como es debido, será generoso y acogedor; sobre todo ante las tormentas del exterior. Pero esta comodidad debe ser un complemento y no sustituir a los demás o acaberemos siendo prisioneros de nosotros mismos.

Gracias por añadirte como seguidora de mi blog, si me lo permites, yo también me quedo por aquí.

Saludos

Sueli disse...

Angela, bom saber que você também pratica a meditação. Bom seria se todas as pessoas a praticassem também. Conhecer a si próprio é um dos passos que nos levam à felicidade. Aprnder a controlar o poder da mente que cerceia nossa alma é outro. Um abraço!